quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Mário Centeno

Ainda não consegui perceber o entusiasmo com a putativa ida de Mário Centeno para a liderança do Eurogrupo. Se até Jeroen Dijsselbloem conseguiu lá chegar, por que motivo um doutorado por Harvard há-de regozijar-se por tal hipótese? Depois, um português chegar a um cargo desses na UE é tão natural como um algarvio ou um ribatejano chegarem a ministros da República. Isso é motivo de excitação? Esta gente não tem mais nada para fazer?

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